Entre os anos de 2011 e 2012,
observamos com os alunos das 8ª séries da Escola Arruda Câmara os hábitos
culturais e de adorno de períodos e regiões diferentes. Foi o mesmo conteúdo
visto também no Colégio Municipal Profº Nivaldo Xavier de Araújo, todavia, o
produto prático culminou em algo
diferente da exposição “Aquilo que te toca a pele” . Na escola do estado, o
contexto não permitia/e traçar algo daquele porte, dada a estrutura e outros
fatores. Contudo, os alunos desenvolveram ensaios fotográficos de qualidade
surpreendente tanto na produção do make-up, quanto no resultado final, haja
vista as fotos de Maria Gabriela e Renata. Cada grupo ou aluno desenvolveu um
ensaio fotográfico buscando captar a indumentária de outros grupos étnicos,
religiosos ou urbanos. Neste mosaico selecioneis algumas fotos de 2011 :
o ensaio africano de Rodrigo, Aybson e Weverson; As gueixas de Raissabelle; o sadhu de Alex Victor e a índia de Maria Crislaine. Já de 2012, tivemos a hindu representada por Maria Gabriela (que contou com a produção de
sua mãe para encarnar a personagem no ensaio) ; Renata Clementino e Eduarda Alves
que inspiradas pelo filme “ Memórias de uma gueixa” produziram-se tal
qual; Joisse e Diana que fizeram as
vezes mulheres islâmicas; Joanderson, Caio e Pedro que optaram por tribos
urbanas; Glaucio que também encarnou um sadhu e por fim Josélia e Taís que foram
retratadas como góticas; Tainá que posou com uma hindu e Fernando William, Daniel e Marllyson que tornaram-se em índios brasileiros.
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sábado, 25 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
III Mostra de Artes Visuais - Exposição "Aquilo que te toca a pele" - Colégio Municipal Professor Nivaldo Xavier de Araújo
A III Mostra de Artes Visuais do Colégio Municipal Professor Nivaldo Xavier de Araújo, foi realizada no dia 18/11/2011, dentro da mostra do Projeto “unidos pelo saber”. Nesta edição, expusemos os produtos visuais acerca da cultura do adorno, tema estudado durante o primeiro bimestre letivo de 2011. O projeto que frutificou a exposição tinha por objetivo geral conhecer a diversidade de representações corporais e de adorno em diferentes culturas e épocas, visando ampliar o conhecimento acerca dos costumes e simbolismos de ornamento existentes em fragmentos tempo/espaço distintos. No primeiro momento foram aplicadas as aulas teóricas como apóio de imagens fixas e móveis. Para tal, foram necessários a utilização dos aparelhos de TV, DVD, notebook e projetor de slides.
Ainda no primeiro momento, a aula do dia possuía sempre um tema ou grupo social a ser “descoberto” ou analisado. Em seqüência, foram observados:
· Identidade Cultural e Visual;
· Estereótipo;
· Adornos Tribais Africanos (pintura corporal, alargadores, inserções na pele e outros ornamentos);
· Pintura Corporal e Adornos Indígenas Brasileiros;
· Oriente Médio (Judeus e Mulçumanos);
· Hindus (tilak ou bindi, tatuagens de henna, sadhus, pintura corporal de açafrão, etc.);
· Japão e China (Gueixas e Máscaras e maquiagem da Ópera de Pequim)
· Culturas Tribais do Pacífico (Aborígenes Australianos e Maoris);
· O Adorno e seus simbolismos em outras épocas (Pré-História, Egito Antigo, Império Romano, Idade Média e Idade Moderna)
· Ícones de Cultura de Massa e suas influências;
· Tribos Urbanas e seus Adornos;
· O Corpo como Suporte Artístico (pintura corporal artística, performance, body art, etc.);
· Profissionais do Adorno (tatuadores, maquiadores, cabeleireiros, técnicos em efeitos visuais, designers de moda, etc.)
Já no fim do primeiro bimestre, ocorreu o segundo momento, o início das atividades de experimentação artística. Em cada sala onde o projeto foi aplicado, solicitou-se aos alunos que escolhessem 5(cinco) meninos e 5(cinco) meninas de diferentes perfis físicos. Deveriam escolher seguindo a pluralidade de tipos e não o padrão imposto pela mídia. Os alunos apontados por cada turma participaram de um ensaio fotográfico desenvolvido na escola. Foram fotografados peito, costas e face dos meninos e pés, mãos, costas e face das meninas. Os alunos opinaram sobre as fotos e como alguns alunos poderiam estar vestidos ou que tipos de pose deveriam simular.
Em cada turma das oitavas séries 10(dez) alunos foram fotografados, totalizando 50 alunos e alunas selecionados. O saldo total dos ensaios foi de 900 fotografias, onde apenas 50 deveriam ser selecionadas para serem interferidas pelos alunos. A escolha destas fotografias necessitava de critérios técnicos e artísticos de júri especializado. Após a seleção, os alunos receberam fotocópias onde os mesmo escolheram as imagens que gostariam de trabalhar. Cada aluno escolheu ou recebeu orientação acerca de que símbolos e grafismos poderiam fazer nas respectivas fotografias. Foi marcada uma data para entrega das interferências nas fotografias. Após a entrega foram selecionados alguns trabalhos para serem “relidos” em cópias de melhor qualidade (papel e impressão) com materiais mais específicos (pedrarias, canetas nanquim, lápis aquareláveis, canutilhos, etc.).
O terceiro momento, perdurou entre os segundo e terceiro bimestres, em oficinas de experimentação artística desenvolvidas durante os horários de aula atividade do docente. Os alunos compareciam e desenvolviam as atividades na sala dos professores, em condições mais propicias, uma vez, que não há atelier ou laboratório de Artes Visuais, na escola. A utilização de mesas para a experimentação artística orientada e a existência de um pequeno armário, para guardar as fotografias em segurança de forma que pudessem secar e não serem amassadas fomentou a salvaguarda do material produzido.
Ainda nestas oficinas foram discutidas e produzidas três outras atividades: A produção de uma instalação de arte com o tema focado na pele humana; uma performance ao estilo estátua-viva; e a produção de objetos (papetagem) remetendo ao corpo feminino simbolizando o corpo de mulheres negras africanas com pinturas e inserções na pele.
Por fim, no quarto momento, se deu a culminância do projeto, aberto na forma de uma exposição de Arte. A III Mostra de Artes Visuais abrangeu a série fotográfica com intervenções desenvolvidas pelos alunos, cinco torsos objectuais fazendo menção à pintura corporal artística, africana e as inserções intraderme, as performances dos alunos Reinaldo Marinho (estátua-viva) e Antonio Carlos e Bruno Nascimento (os alunos “tatuavam” com canetas, do tipo permanente, pessoas que desejassem serem “marcadas” com tatuagens.Toda a montagem,recepção e desmonte da exposição contaram com a participação dos alunos oitavistas dos três turnos.
O projeto da terceira Mostra foi escolhido pelo corpo docente para representar a escola no III Fórum de Educação Municipal, sendo premiado na modalidade Ensino Fundamental, II Fase. A premiação foi um reconhecimento do trabalho desenvolvido por mim e pelos alunos, mesmo sem as condições necessárias para tal. Contudo, a luta por um espaço adequado para as aulas de Artes continua! Avante !
| Os alunos Bruno, Albérison e Weverson experimentando:papetagem |
| Vista parcial da exposição, semdo monitorada por Juliano Sérgio |
| Reinaldo Marinho "impagável" performatizando uma "estátua viva" atentando para o uso do corpo e da pele como forma de representação e expressão artística. Parabéns!!! |
| Torsos |
| Antonio Carlos "tatuando" os visitantes na saída da sala. Eram tanta gente querendo ser "tatuada", que gerava até tumulto. |
| Bruno Nascimento tatuando pela manhã e à noite. |
| Tarcísio Paulo performatizando no dia da divulgação dos projetos vencedores. |
| A coordenadora Lúcia Ferreira dando "aquela" força! |
| Eu e a equipe gestora em frente ao "stand" do projeto. |
| Professor Alisson Feijó dando aquela mãozinha... |
terça-feira, 3 de julho de 2012
Religião de Matiz Africana
Religião de Matriz Africana
A lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional coloca que:
Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:
"Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
§ 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
§ “2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.”
Mesmo estando contida como exigência nos currículos escolares conforme coloca a LDBEN –, algumas temáticas ainda são rechaçadas na maioria das escolas, quer pela prática de alguns gestores,b pseudo-educadores ou ainda pais de alunos pautados pelas representações mais xiitas do cristianismo. Por séculos os afro-descendentes brasileiros sofreram e sofrem com práticas discriminatórias com relação à cor de sua pele e em conseguinte as práticas sociais, culturais e religiosas. Ao trabalhar temáticas acerca do negro, opta-se muitas vezes de forma corajosa a discutir na escola a questão religiosa - alvo de muito ojeriza – uma vez ser o preconceito a ignorância e a falta de respeito à pluralidade humana. Só o conhecimento e a boa educação fazem com que as pessoas passem a respeitar os diferentes pontos de vista, conforme colocou Voltaire, pensador iluminista francês, há séculos atrás: "Posso não concordar como que você diz
, mas defenderei até a morte o direito de você dizer o que pensa"
Desassociar religião e cultura afro , empurrando-a para baixo do tapete, é como encobrir fatos importantes na História do Brasil ou ignorar o clamor de uma criança ou de um idoso.
O vídeo abaixo contém o registro da um dos trabahlos mais completos e bonitos sobre a questão religiosa afrobrasileira coordenado de forma corajosa pela professor Magda Pimentel e elencado pelos alunos dos 1º anos do Ensino Médio de 2011.
Na apresentação durante a mostra cultural da Escola Arruda Câmara, a sala coordenada por Magda mostrou a beleza da dança, do batuque e das músicas entoadas nos terreiros. Em cuidadosa pesquisa teórica da docente e o apoio empírico do aluno Jamerson Rodrigues, prestaram assim, uma respeitosa e devida homenagem as religiões de matriz africana. A apresentação começava com um coreografia performatizada por alguns alunos e em seguida expunha-se de forma bem didática questões acerca da Umbanda e do Candomblé, suas diferenças e simbolismos. Por fim os alunos encenavam uma gira festiva cantando e convidando o público a literalemnte despir-se dos preconceitos e “entrar na roda”.
Fica aqui registrado meu imenso respeito e aplauso a professora Magda Pimentel, uma verdadeira educadora no sentido amplo do termo. Despindo-se de todo e qualquer preconceito, com um domínio do tema e de situações diversas, estando entrosadíssima com todos os educandos, cantando e dançando como uma verdadeira diva negra.
Aplauso a professora Rogéria e ao aluno Jamerson Rodrigues por todo o apoio neste brilhante trabalho que sem a participação deles e dos demais também não teriam obtido o sucesso que foi, causando filas (e até confusão) para a apreciação!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Calungas e Orixás - Escola Arruda Câmara
A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, visa oportunizar ao educando compreender a contribuição dos africanos na construção da identidade cultural brasileira. Ao compreender a importância do elemento africano, o aluno passa a desconstruir o estereótipo de uma hierarquia étnica. Durante anos a estereotipia racial no Brasil formulou a idéia de que tudo atrelado universo africano ou ao negro seria menor ou ruim. Assim, por décadas manifestações como lundu, batuque, Ijexá, capoeira, coco, congadas, maracatu, samba e etc, foram apontadas como menores, marginais, recriminadas ou até oprimidas. Apesar da gradual mudança de pensamento apoiada por leis que beneficiam e protegem afro-descendentes de atos de preconceito e racismo, muito ainda tem de ser feito. Um exemplo dos resquícios de hierarquia étnica, alicerçadas pela sociedade escravista colonial que perdura ainda atualmente, é o conceito de que religiões de matriz africana são erradas ou vinculadas a ações do mal.
Pautando-se em desconstruir estereótipos, ampliar os conhecimentos acerca das representações religiosas afro-descendentes e discutir a ojeriza as representações mitologicas africanas junto aos discentes do 2º ano do Ensino Médio, optou-se pelo enfoque no bimestre ao universo afro-brasileiro. Para tal, focamos traçar um paralelo através da produção artistica entre duas vertentes um pouco diferentes, mas, que possuem em comum a raiz africana.No Maracatu, as calungas são bonecas ricamente adornadas essenciais durante as manifestações ou cortejos. Na umbanda possui um significado diferente, estando ligado as hierarquias de espiritos ou entidades. Através do conhecimentos de alguns orixás do panteão africano, os alunos conceberam algumas "calungas", partindo das bonecas dos Maracatus, contudo, observando elementos referentes a cada órixá. Esta atividade teve um caráter de experimentação artística, fomentando aos discentes o conhecimento acerca da visualidade de crença nas religiões de matriz africana.
| |
| IANSÃ: orixá dos relâmpagos e ligadas aos espíritos dos mortos. É feminino, e suas cores são o marrom, o vermelho-escuro e branco. Associa-se, no sincretismo, a Santa Bárbara. |
| OBA: orixá da água e ligada ao trabalho doméstico, e ao poder da mulher. É feminino, e suas cores são o vermelho e o dourado. Associa-se, no sincretismo, a Santa Joana d’Arc. . |
| Oxum. Produzida por Kênia Leandra, Morgana, Raysa, Elaine e Vanessa Araujo. |
| OSSAIM: orixá da vegetação e ligado às folhas. É masculino, e suas cores são o verde e o branco. No sincretismo, associa-se a Santo Onofre. |
| EXU: orixá mensageiro; guardião das encruzilhadas e da entrada das casas. É considerado masculino, e suas cores são o vermelho e o preto. |
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Aquilo que te toca a pele
Ao longo da história, o homem tem utilizado o corpo como forma de inspiração, expressão e suporte artístico. Às vezes eclipsado, noutras explicitado, o corpo humano sempre despertou a curiosidade alheia. É certo que os olhares sobre a imagem humana modificaram a apreciação e aparência de homens e mulheres ao longo dos séculos, assim como, os diversos tipos físicos e étnicos em diferentes regiões do mundo. Ora mais gordo, ora mais magro, claro ou bronzeado, robusto ou esquelético, os padrões são modificados conforme necessidades temporais ou valores regionais. O arquétipo do belo de uma mulher tribal africana se diferencia de uma japonesa, de uma americana, de uma hindu ou de uma indígena brasileira.
Intuindo observar as variações relacionadas ao corpo nas culturas e na Arte, focamos conhecer as modificações de adorno em diversos fragmentos temporais e geográficos. Cada grupo étnico ou sociedade valoriza ou valorizou determinadas formas de “se enfeitar”, através de variadas modalidades: pintura corporal, tatuagem, maquiagem, inserções e modificações (piercings, alargadores, etc.), escarificações. Muitas destas modalidades causam ojeriza ou são consideradas “feias” em culturas diferentes, contudo, é importante salientar, que, o conceito de beleza varia de acordo com o lugar e o tempo. O que hoje ou aqui é considerado não-belo ou risível em outras épocas ou regiões é agradável visualmente.
Adornamo-nos por diversos motivos: seduzir, comemorar, expressar: alegria, tristeza, fidelidade, classe social, clã, enfim, por razões diversas. Os significados destes adornos estão atrelados ao contexto os quais pertencem. Exemplos diversos como: inserções de pedrinhas ou sementes intraderme em mulheres de algumas tribos africanas ou as tatuagens faciais nas tribos Maori, da Nova Zelândia, simbolizam pertencimento a um clã ou grupo; os piercings, hoje formas de expressão, representavam coragem e lealdade quando colocados no mamilo dos soldados romanos; pertencença à realeza no Egito antigo, quando colocado no umbigo; compromisso matrimonial e castas sociais, quando no septo nasal das hindus ou na forma de alargadores em determinadas tribos africanas. As diferentes representações são/foram tão significativas para outros povos como a aliança ou a maquiagem para embelezamento é para nós.
Por isso, a exposição “Aquilo que te toca a pele” propõs traçar uma viagem através da variedade de representações da “estética do adorno”, na forma modificações (com desenhos) e inserções objectuais em fotografias, de um ensaio desenvolvido pelos alunos das oitavas séries desta instituição. Outrossim, como também, na forma de objetos, uma instalação e performance para imagetizar a pele como suporte expressivo.
Esta viagem multicultural ao universo do adorno foi realizada ainda no primeiro bimestre letivo, sendo seus passageiros e pesquisadores os alunos das oitavas séries do Ensino Fundamental. A aplicação do projeto deu-se no Colégio Municipal Professor Nivaldo Xavier de Araújo, localizado do município de Itambé, no ano de 2011.
| Alanna Kelly de Paulo |
Josefa Fernanda por Sônia Maria e Gerlane de Souza |
Gerlane de Souza por Genilza de Paiva |
Thayná de Lima por Cícera Rayane |
| Aline Celestino por Juliano Sérgio |
Josiele Barbosa da Silva por Leonardo Francisco |
Marco Antonio de Pontes por Antonio Carlos Pontes |
Lucas Braz por Suênia Maria de Souza |
| Luciana de Freitas |
Lizandra por Juliano Sérgio |
Marco Antonio de Pontes por Diego Araújo Gomes |
| Simone Francisca |
Reginaldo Marinho por Bruno Nascimento e Antonio Carlos Pontes |
Jeremias Rodrigues por Jorge Pimentel |
| Lucas Braz por Antonio Carlos |
Daiane Ferreira de Lima por Filipe Pontes e Ivo Pereira Alves |
Rafael da Silva Brasiliano por Juliano Sérgio |
| Geovana Menezes por Juliano Sérgio |
Reginaldo Marinho por Erick Félix |
Daiane Rodrigues Jordão por Juliano Sérgio |
Alberisson Júnior por Paulo Sérgio dos Santos |
Wérica Souza por Paulino Pontes Neto |
Juliana Martins por Antonio Carlos Pontes |
Josiele Barbosa da Silva por Thayanne Marcelle e Tatiane Monteiro |
| Jailson Rodrigues |
| Paulino Pontes por Paulino Pontes |
| Luciana de Freitas |
Jeremias Rodrigues por Paulino Pontes |
Jeremias Rodrigues por Paulino Pontes |
Reginaldo Marinho por Antonio Carlos Pontes |
| Lucas Braz. Inserção objectual na fotografia. |
Manuela Roxana Almeida Dornelas por Bruno Nascimento |
Taynara de Lima por Isadora Maria |
| Natalia Kelly Bispo por Antonio Carlos Pontes |
Daniele de Oliveira Nóbrega por Juliano Sérgio |
Moisés Henrique por Antonio Carlos Pontes |
Alberison Júnior por Alberisson Júnior |
Jeferson Francisco Sérgio por Diego Araújo Gomes |
| Thayná de Lima |
Bruno Nascimento por Antonio Carlos Pontes |
Natalia Kelly Bispo por Antonio Carlos Pontes |
| Jordânia Ferreira |
Isadora Maria e Graziela Karoline por Jordânia Ferreira |
| Thienya Fernanda. |
| Thienya Fernanda |
Josefa Fernanda por João Soares Neto |
Thaís Petronila Santos Silva por Thaís Petronila |
| Daiane Ferreira de Lima |
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